Sol na Garganta e no Porto de Vitória

A banda Sol na Garganta do Futuro (SGF) se apresentará nesta sexta-feira, dia 26/09, a partir das 20 horas, no armazem do Porto de Vitória.

Para quem ainda não conhece, a banda SGF tem um repertório regado à poesias com fundo musical e imagens marcantes no fundo do palco, tudo de primeira qualidade. São textos fortes e emocionantes que instigam imaginação, memória e cultura.

À frente do palco, Fabrício Noronha usa o microfone para passar mensagens enquanto os companheiros Hugo Reis (guitarra), Daniel Bosi (sopros/violão), Vinicius Fabio (contrabaixo) e Érico (bateria/percussão) dão o tom e a emoção necessária.

O texto de apresentação do SGF é: "Poesia através de uma banda de música. Juntar a palavra falada e a música, atuando diretamente no olhar do espectador. Não segue um estilo musical. É música sem nome. Toda a produção é distribuída livremente. O cinema está na essência conceitual do trabalho. No palco, o ritmo audiovisual é somado à performance. Cada apresentação segue um ritmo com tantas possibilidades, tantos elementos. Cada apresentação é desenhada – e se torna única."

E realmente cumprem o que dizem.

Saiba mais sobre o SGF nos sites:
Blog SGF
Para Ouvir
Para Ver e Ouvir

Vivendo e Aprendendo

** Depois de uma conversa com um grande amigo em um bar, a gente aprende muita coisa. Um amigo me contou a sua história de vida, e eu só tenho a agradecer. Aprendi a dar mais valor ainda a minha família e meus amigos. Um forte abraço meu amigo. Até a próxima cerva. De 28/04/2006 **


Vivendo e Aprendendo (Henrique Corrêa)


Há muito tempo que eu pensava ser frágil,
Que as pessoas deveriam ter pena de mim.
E não seria, eu, um sábio.
E que ningúem mais pensava assim.

Timidez me ronda até hoje e agora.
Me faltou sempre malícia com os problemas.
E o que me vinha na cabeça a toda hora
É entrar sempre no mesmo dilema.

Dizia minha mãe em seu bom caráter:
_ Não tenha medo das dores da vida.
E meu pai, em suas breves palavras:
_ Aguente o fogo, pois depois têm brasa e cinzas.

E eu, tão orgulhoso e cheio de tratos,
Me postava como se não me importasse.
Eu tinha de tudo, amigos de vários lados.
Não tinha ninguém que me maltratasse.

E por ter sempre a vida assim tão fácil
Nunca pensei que o jogo mudaria.
Queria viver sempre com classe,
Mas de coitado para isso me fazia.

E pode chamar de lugar sem cura
Ou até mesmo de antro de maldades.
Mas foi em um bar que aprendi que a vida é dura,
Foi em um bar que descobri a realidade.

E neste dia não foi por bebedeira
E nem mesmo por razões de amargura.
Foi somente uma história verdadeira,
Contada por um amigo de mente pura.

Este amigo me contou de sua infância:
O que passou e tudo aquilo que sofreu,
E dos maltratos que ele guarda na lembrança,
Para hoje estar no lugar que mereceu.

E eu que parecia satisfeito,
Fui descobrindo e revirando o que passei.
Revi meus pensamentos e defeitos.
Não consegui nada daquilo que sonhei.

Todas as farras pareciam importantes.
Todos os vícios pareciam me exaltar.
E tudo aquilo que me parecia distante,
Estava, cada vez mais a se afastar.

Foi um estrago no meu ego inocente,
Uma barreira que eu tive que quebrar.
E por mais que eu saísse impunemente,
Algum pedaço de mim se perderá.

Mesmo assim eu enfrentarei a dor
E não posso jogar fora a humildade.
E farei o que preciso for,
Me tornarei amigo da cinseridade.

Obrigado, Amigo, pela história.
Que nós tenhamos um bom final.
Que nossa vida seja repleta de glória.
Que eu aplique em minha vida o seu sinal.

Nanny

** Para quem ainda não conhece a letra... Música de 09/04/2006 - Popzinho que ficou legal... **

Nanny (Henrique Corrêa)

Nanny não estranhe
Mas faz tempo que quero te ver.
Beba este champagnhe,
Me acompanhe pois quero você.
Nanny, não se acanhe.
Nanny, temos muito o que dizer.
Não se envergonhe, nem me arranhe,
Tente me entender.
O que você fez comigo
Não se faz com nenhum ser.
Mesmo assim te amo, Nanny.
Nunca esqueci de você.

Nanny. Oh Nanny.
Me chame, me engane, me ame.
Oh Nanny.

Sempre você some, Nanny,
Quando quero conversar.
Mesmo que reclame
Eu preciso te reencontrar.
Pode ser que apanhe, Nanny,
Mas tenho que lhe falar.
Não me abandone, Nanny.
Tenho pra ti um lugar.

Nanny. Oh Nanny.
Me chame, me engane, me ame.
Oh Nanny.

Timidez

Desde a primeira vez que vi
Conseguiu me impressionar
Com seu jeito de sorrir
Eu não sabia o que falar
Por um momento desisti
Não tive tempo de tentar
E ao chegar perto de ti
Já não tinha mais lugar

Toda dor que sustentei
O quanto tive que aguentar
Maus momentos eu passei
Por você não me enchergar
Você não tem culpa, eu sei
Me escondi de teu olhar
Foi calado que te amei
Não posso me enganar

Em cada sonho que sonhei
Você tinha seu lugar
Cada passo que eu dei
Nunca parei de pensar
No seu jeito sedutor
No seu modo de expressar
Quase morro de amor
Mas tenho medo de chegar

Toda dor que sustentei
O quanto tive que aguentar
Maus momentos eu passei
Por você não me enchergar
Você não tem culpa, eu sei
Me escondi de teu olhar
Foi calado que te amei
Não posso me enganar

Você não sabe mas eu tentei lhe dizer
Tudo aquilo que eu sinto
Mas não tive a coragem e lhe culpei
Mas você não teve culpa
Você não teve nada a ver

Toda dor que sustentei
O quanto tive que aguentar
Maus momentos eu passei
Por você não me enchergar
Você não tem culpa, eu sei
Me escondi de teu olhar
Foi calado que te amei
Não posso me enganar

(Henrique Corrêa)
Música de 01 de Abril de 2006.
Ouça em http://palcomp3.com.br/henriquecorrea



Licença Creative Commons
A obra Timidez de Henrique Corrêa foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Brasil.
Com base na obra disponível em henriquecorrea.blogspot.com.
Permissões adicionais ao âmbito desta licença podem estar disponíveis em http://henriquecorrea.blogpost.com.

Eu Preciso Chorar

** Começou com um sentimento, terminou com o que veio na cabeça mas no
final ficou legal - 18/03/06 **


Eu Preciso Chorar (Henrique Corrêa)

Eu preciso chorar
Mas não tem graça chorar pra mim mesmo
Preciso jogar fora alguns sonhos tolos
Por que sozinho eles não valem nada
Eles me incentivaram e me tornaram forte ao seu lado
Mas um dia tudo tem mesmo que acabar
Só não esperava que eu acabasse antes das coisas

Eu preciso chorar
Mas ainda não consegui
Não é facil jogar tudo para o alto
Principalmente quando não queremos
E agora que já não posso mais estar aí
É tudo tão diferente e vazio

Há muito tempo não sinto fome nem frio
Há muito tempo eu só sinto dor
E o que me dói me dói por dentro
Pois já não sinto carne, ossos e nervos
Não vejo mais minhas mãos
Não caminho por onde quero

Eu preciso chorar
Mas não sei se fantasmas choram

Lixo

** Sobre o que não serve pra gente - 18/03/06 **

Lixo (Henrique Corrêa)

Mandei para o escuro vazio do universo
Tudo aquilo que me desagrada
Ainda restou muita coisa pra viver

E todos os dias aparecem desgraças novas
Então eu descobri que não é só jogar fora
A lixeira do coração é a alma
E não cabe muito
Não existe um incinerador

Não dá pra esquecer
Nada foi feito para se esquecer
Mesmo jogando fora objetos
Mesmo queimando as velhas fotos

Tudo que um dia já foi bom
Fica guardado com a esperança do retorno
E mesmo quando não queremos que retorne
Esperamos, o que já foi bom, de outros
Não adianta se esconder, nem se mudar
Nem adianta enlouquecer

O que outras pessoas podem fazer por mim
É continuar a balançar o meu coração
Em uma constante mistura de sentimentos
Que, espero eu, não precise mais jogar fora

Fonema

Imagino seu sorriso que não esta ao meu lado.
Perco todo meu juízo, pareço apaixonado?
Sempre falo o que penso e você diz que estou errado.
Mas não penso sem sentido, não estou atordoado.

Elogio sua pele e você diz que é feia
Falo bem de seu cabelo, gosto como se penteia
Queria falar mais de perto mas parece que me odeia
Já sonhei até falar bem baixinho em sua orelha

Fico calmo ao ser ouvinte de suas palavras ingênuas
De repente fico rindo, sozinho, fora de cena
Olho todas as suas fotos, desde quando era pequena
A menina já cresceu, me deixando em fonema

Hoje eu não tô bem

** Um blues meio tosco que eu fiz quando não tinha nada pra fazer. Com ritmo ficou até engraçado. 15/03/06 **

Hoje eu não tô bem (Henrique Corrêa)

Hoje, hoje eu não tô bem
Hoje, mas logo hoje, hoje eu não tô bem
Já me chutaram, me roubaram
Sequestraram e me usaram
Me chutaram, me roubaram
Sequestraram e me usaram de refém

Na saída de casa encontrei um rapaz
Que me pediu dinheiro e um algo mais
Dei a ele um cigarro do meu maço tosco
Ele me deutrês chutes e roubou meu troco

Hoje, hoje eu não tô bem
Mas hoje, justo hoje, hoje eu não tô bem
Já me chutaram, me roubaram
Sequestraram e me usaram
Me chutaram, me roubaram
Sequestraram e me usaram de refém

Ao chegar no trabalho meu patrão me chutou
Saindo da empresa o telefone tocou
De dentro de um carro todo remendado
Saíram três marmanjos nada educados
Empurra e chuta e rasga já não tô mais legal
Eu fui sequestrado, mas que dia anormal

Hoje, hoje eu não tô bem
Hoje, só hoje, hoje eu não tô bem
Já me chutaram, me roubaram
Sequestraram e me usaram
Me chutaram, me roubaram
Sequestraram e me usaram de refém

Poesia Pura

Poesia Pura é um espaço poético virtual que reúne poetas de todo o mundo, no qual eu também faço parte. Estão registrados nos fóruns do site, 10070 poetas de 26 países da América e Europa, que se expressam nas línguas espanhola e portuguesa. Desde 23 de outubro de 2001 até hoje, foram inseridos 1780959 poemas e mensagens no site.

Este é um mês especial para o site pois, junto com a EXPOZARAGOZA 2008, ocorreu o concurso poético “LOS TESOROS DEL AGUA” (Tesouros da Água), promovido pela União Européia e, foram selecionados 10 poetas para escrever sobre a água na Europa. Destes, cinco poetas pertencem ao espaço poético Poesia Pura. Liderados por Carlos Valverde, os seguintes poetas do Poesia Pura têm suas criações publicadas: Tano García-Page, Vicente Martín, Celia Bautista e Nieves Álvarez (a última é coordenadora do projeto em nome da Comissão Européia.

O Livro se inicia com um poema de Luis Eduardo Aute.

Foram impressos vinte mil (20.000) exemplares do livro, publicado em três línguas (castelhano, francês e inglês), apresentadas à imprensa entre os dias 24 de junho e 2 de julho numa conferência com a participação de Luis Eduardo Aute, junto as autoridades europeias. Aute fez um recital no dia 3 de julho.

O livro foi entregue a todos os visitantes que participaram das atividades da EXPOZARAGOZA em 2008.

Com isso, o site Poesia Pura abriu caminho na linha da frente da Poesia.

Ensinamentos

** Texto de 05/02/2006 **

Ensinamentos (Henrique Corrêa)

As crianças querem brincar na rua
Junto com outras crianças
Seus pais sempre repreendem
Seus filhos não terão infância
Crescerão sozinhos, sem amigos
Presos em fantasias absurdas
Imaginando mundos que não existem
Sentirão falta quando crescer
Se isolarão e serão tristes
Passarão uma adolescencia conturbada
Por falta de palavras acolhedoras
Não confiarão em ninguém
Não se aprende isso na escola
E quando pensarem que são independentes
Vão fazer tudo aquilo que não devem

As crianças querem brincar na rua
Junto com outras crianças
Os pais liberais acompanham
E incentivam o filho ao que querem
As crianças terão muitos amigos
Sonharão com os pés no chão
E serão boas naquilo que escolherem
Se sentirão as melhores
Se não for vão lutar para ser
Serão adoslecentes confiantes
Cheios de propostas tentadoras
Não confiarão em ninguém
Não se aprende isso na rua
E quando pensarem que são independentes
Vão fazer tudo aquilo que não devem

Não, Não
As crianças não querem brincar na rua
Elas tem diversão em casa
E o que há de mal em ser isolado?
Temos TV e outros eletrônicos
A segurança do lar é imensa
Não sofrerão acidentes e não serão sequestradas
Compre para elas um cachorro
Eles não precisam ir a escola
Mas quando elas se libertarem
Quando pensarem que são independentes
Vão fazer tudo aquilo que não devem

Mas que adolescencia imunda
Que só faz o que não deve fazer
Quase ninguém no mundo é bom homem
Mas você pode ensinar o seu filho a ser
Eles não ensinam isso na escola
Só duas pessoas ensinam isso
Mas se elas pensarem que são independentes
Vão fazer tudo aquilo que não devem

Erros

Às vezes sou perverso demais com as pessoas ao meu redor.
Isso é um fato que não posso negar.
Têm tanta gente no mundo e não posso agradar a todos.
Mas eu posso agradar a mim.
E não sei porque quando penso em mim mesmo me esqueço dos outros.
Egoísmo? Talves.
Mas não existem barreiras quando o assunto sou eu.

Sei que o que eu falo dói.
Sei que o que eu faço machuca.
Sei que posso fazer alguém feliz
Mas também sei que posso fazer chorar.
Sei de tudo o que posso e o que não posso.
E, sabendo disso, aprendi que também posso me machucar.
Sabendo disso também aprendi que posso machucar mais do que alguém pode suportar.

Mas se você pensa que sou perverso
A ponto de executar todas as coisas ruins?
Não sou.

Penso sim, em quem está ao meu redor.
Às vezes não agrado nem a mim.
Simplifico o que falo de forma a doer menos.
Simplifico o que faço de forma a machucar menos.
Esqueço muitas vezes o que posso e o que não posso.
E continuo tentando não me machucar.

Penso na vida como uma sala de aula,
Onde existem alunos bons e ruins,
Professores bons e ruins,
E aprendizados fáceis e difíceis.

Penso em fazer tudo de um jeito simples e grandioso.
Penso em fazer nada para ficar na história
E fazer tudo para o esquecimento.
Não penso muitas vezes também.

Erro sempre. Vivo de erros.
Também acerto. Também creio.
Sou pessimista, muito pessimista,
Para poder comemorar qualquer pequeno acerto.
E minhas decisões são tomadas sem nenhuma certeza.

Uso a razão mais que o coração.
Uso o senso mais que a ilusão.
Acredito no que vejo.
E quer saber tudo o que eu vejo?
Percorra todos os pontos negativos e positivos que você pode me mostrar.
Lembre-se agora somente dos negativos.
Será que eu posso conviver com eles?

Comemorar alegrias é muito fácil.
Conviver com derrotas é complicado.
Não cometer erros já cometidos?
É a solução para a maioria dos problemas.

Aprendo muito com meus erros e com os erros dos outros.
Tento não ser o mesmo errante.
Reconhecer onde se pode errar é o primeiro passo para não cometer erros.
E reconheci.
Não errei desta vez.

Disfarce

Quem te vê não pensa que você esta tão mal
Sua dor se disfarçou em um rosto legal
Seu sorriso não expõe o sentimento ruim
E nem mesmo a sua mãe sentiu você assim

Mostre para todos que você ainda não perdeu
Tente mais um pouco e conquiste tudo que é seu

Tudo o que você quiser um dia vai ganhar
Corra atrás dos sonhos com a cabeça no lugar
Esqueça os momentos que não te fizeram bem
Olhe para frente, você pode ir além

Mostre para todos que você ainda não perdeu
Tente mais um pouco e conquiste tudo que é seu

Música de Henrique Corrêa

Parceria Henrique Corrêa e Lorena Dalapícola


Quero adiantar um assunto que muito me alegrou ontem.
Conversando pelo MSN com Lorena Dalapícola, ao mesmo tempo em que eu assistia ao jogo do brasil (que ficou devendo um bom futebol mais uma vez) e enchia minha pança de pizza, falei com ela sobre a possibilidade de fazermos uma música juntos.

A empolgação foi tanta que na hora mesmo ela me mandou um assunto legal e eu comecei a escrever. Enquanto escrevia me deu a idéia de que já que era uma música nossa, teria que ter as duas vozes (é lógico, por que a voz dela é linda).

O resultado? Acho que fizemos uma música pelo MSN às 23:30 minutos de ontem.

Querem ouvir? Prometo que estaremos juntos o mais rápido possível para finalizarmos tudo e depois gravarmos.

Ah... Ainda posso dizer que é um estilo muito diferente do que vocês estão acostumados a me ver cantando... mas é só isso mesmo que vou falar por enquanto. Nem adianta insistir...

Em breve estarei falando mais sobre.

Forte Abraço a todos.

Agradecimentos

Foi muito bom ter uma noite 90% Henrique Corrêa.
Mostrou-me que já fiz muito mais que pensava. Reuniu amigos que gostam da cultura. Funcionou como um elo entre minha distante casa atual e a paz e harmonia que sinto no Clube das Artes. Mostrou a todos que mesmo com poucas pessoas podemos fazer uma festa incrível de cultura popular. Mostrou que um sarau pode ser feito onde, quando e por quem quiser. Ensinou a respeitar o momento único de um iniciante no palco. Ensinou-nos a escutar o inusitado, o rústico, o morto, e o bonito.
Eu me apaixono cada vez mais pelo Clube das Artes.
Muito obrigado pela inesquecível homenagem.

Não posso esquecer também de mencionar a presença mais que perfeita de Lorena Dalapícola, que nos deu a honra de conhecer um trabalho maravilhoso que vem fazendo. E também não posso esquecer dos amigos que foram à meu pedido, em especial à Aline e à Daiane. Muito obrigado de coração.

Veja o que saiu no blog do Clube das Artes
Um evento muito envolvente e emocionante foi o que se viu no BAR CLUBE DAS ARTES na segunda-feira. Henrique Correa é realmente um grande poeta e um grande compositor. Conforme citado por Marcos de Assis ao final do evento, parabéns Henrique! A homenagem organizada pelo CLUBE foi o mínimo que pudemos fazer. Seu trabalho e apoio dado nestes anos foram fundamentais para o sucesso do SEGUNDAS INTENÇÔES e demais eventos dos quais você participou e participa, direta ou indiretamente.... Muito obrigado.

Equipe do Clube das Artes.

Desculpas

** Letra e música de 07/02/2006 **

Desculpas (Henrique Corrêa)

Quando você me olhou
O meu sorriso nasceu
Vi no seu jeito o meu
Vi em seu rosto o amor

Guardo no peito, hoje, a dor
De ter deixado perder
De bons momentos viver
De não sentir teu sabor

São coisas da minha vida
Respostas escondidas
São coisas que preciso resolver
Pra não magoar você
Com meus segredos
E com meus medos